Como pode quem vive no castelo, ainda carregar o martelo.
Se eu lavrador, sigo a Deus, meu senhor
Quem são eles para fazerem minha família sentir dor;
Minha colheita acinzenta e o vento carrega seus pedaços
Me sinto um trapo.
Agora sou o carrasco que segura a foice
foi-se minha colheita
Por não o suficiente para pagar o necessário
levaram todo meu aviário
Aqueles que seguram o martel
Que vivem no castelo
Que gozam dos banquetes seus
ONDE ESTÁ DEUS?
Meu primogênito adoecido
meu peito amortecido
minha esposa dentro de uma jangada lacrada
Ela está deitada, tampada.
Uma vela acesa em seu peito.
COMO VIVEREI DESSE JEITO?